Os primeiros passos do desenvolvedor âncora no Serverless

Os primeiros passos do desenvolvedor âncora no Serverless

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Na semana passada, discutimos alguns dos desafios que tivemos que superar ao trabalhar com arquitetura sem servidor, mas e a experiência do desenvolvedor? Como começamos, como ter certeza de que podemos trabalhar com o código, implantações e testes.

Serverless é um ótimo paradigma que nos deu ótimos resultados, mas também a experiência do desenvolvedor é muito importante, sabíamos que queríamos ter ambientes isolados da produção, espero que cada desenvolvedor com seu próprio ambiente também isolado dos outros para poder testar novos códigos sem efeitos colaterais na produção ou no código de qualquer outra pessoa, então procuramos algumas opções.

Começamos o desenvolvimento inicial usando o Serverless Framework, foi muito fácil colocar algo em funcionamento, muitas vezes chamado apenas de "Serverless", Serverless Framework é um framework de código aberto que simplifica a implantação e o gerenciamento de aplicativos sem servidor. Ele abstrai a complexidade do gerenciamento de infraestrutura, permitindo que nos concentremos em escrever código.

O framework foi crucial, a natureza declarativa nos permitiu ter toda a nossa infraestrutura como código (IaC), ao descrever o estado desejado da infraestrutura em vez de especificar o processo passo a passo para atingir esse estado, permitiu-nos descrições mais abstratas e legíveis da infraestrutura. Conseguimos ter a infraestrutura no controle de origem, possibilitando versionamento, colaboração e acompanhamento de alterações ao longo do tempo, muito importante para gerenciar e documentar a evolução das configurações, além de nos permitir recriar ambientes inteiros de forma consistente. Isso resultou inestimável para desenvolvimento, teste e implantação, pois reduz as chances de problemas relacionados ao ambiente e garante que todos estejam trabalhando com a mesma configuração de infraestrutura.

Esse foi o grande trampolim para permitir que os desenvolvedores tivessem ambientes consistentes e 100% clones de produção, um bom efeito colateral de ter tudo sem servidor foi que, como pagamos apenas pelos recursos de computação reais usados, o uso esporádico de pilhas de desenvolvimento não incorreu nos mesmos custos do ambiente de produção, hoje em dia mudamos para o Terraform (também uma maneira de gerenciar a infraestrutura como código) mas a ideia é a mesma, lições aprendidas com o Serverless Framework traduzidas para o Terraform.

Fique ligado, mais por vir #AnchorTechChronicles

Gabriel


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